Links: Planos de Aula, Bibliotecas, Museus virtuais, Arte Digital, etc. (Retiradas de Meus Favoritos)

Uma série de links para começar bem o ano!

30 Maneiras de morrer eletrocutado (ilustrações)

54 Pinturas Digitais

A arte bizarra de Kris Kuksi

A CARICATURA

ANDRÉ CARRILHO

AQUARELAS E ALGO A MAIS.

ART

Arte com Papel

A Arte de Alex Sandwell Kliszynski

Belos exemplos de Arte Moleskine

Blair Art Studios

Blog de M. Valentini

Boris Valejo

Dean Yeagle

Desenhos para imprimir e colorir

Desenhos pra lá de criativos

Digitalart

Esculturas com Chicletes

Fotos Especiais - Arte Digital

Gothic Dolls

Gallery / Ray Villafane

George Catlin, Karl Bodmer and Alfred Jocob Miller and others Indians Hunting Buffalo

Goodbrush.com

HappyToast

http://www.dominique-regnier.com

Instant Origami

JOTA LEAL

Keith Thompson Art

kerembeyit's deviantART gallery

KING MODELS Esculturas de Papel / Papercraft/ Papermodel

KING MODELS X

Leopoldo Martins - Esculturas

Levi van Veluw on the Behance Network

Lições de desenho

lilcarol on deviantART

Lunch Bag Art

MARCELOCEAN

marcioyaguiu's deviantART gallery

Millennium Falcon

Moldando

MySpace.com - Milk - 32 - Feminino - TUCSON, Arizona - www.myspace.com/logyu

Nelson Alves (Nelves)

NiceMinD's deviantART Gallery

OLYMPIC POSTERS TIMELINE since 1896 to 2012 (27 pc) **-** mdolla

Os 10 mais surpreendentes artistas de grafite 3D do mundo

P.A.P. - Projeto “Feliz Natal Crafter” e Daluli » .marcamaria

Paper Toy'z

Passeata Vegetariana

pooooooooutz!

Canal Contemporâneo

Didática com a imagem e os meios audiovisuais (espanhol)

Museu de Arte Contemporânea - Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

MAC

Museu de Artes Contemporânea Serralves

Observatório da Indústria Cultural

Raio de Luar

História da Arte

Net Educação

Site Nacional do Projeto Coexistence

Museum on the Social-Political Contemporary Art Museum

Centro de Referência em Educação Mário Covas

Arte na Escola

Uol Educação

Revista Escola

Planos de Aula

Celeiro de Projetos

Microsoft Educação

Educarede


Itaú Cultural

Sebastião Salgado

Jornal da Usp

Instituto Portinari

Addio Gallery

O Século Prodigioso

Surrealismo

Escola de Belas Artes/UFRJ

I
nstituto de Belas Artes

Portal Artes

Belas Artes de Joinville

BIBLIOTECA DIGITAL DO MEC

Alexandria Virtual

Bartleby.com

Biblioteca dei Classici Italiani

Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes

Biblioteca Virtual Universal


Jornal da Poesia

Mecanismo on line para referências

Online Literature Library

Sololiteratura.com

Textos de Literatura Galega Medieval

The Literature Network

Proyecto Biblioteca Digital Argentina

The Online Medieval and Classical Library

Usina de Letras

Virtual Book Store

Contos Completos de Machado de Assis

Biblioteca Nacional

LIVROS ELETRÔNICOS (E-BOOKS)

International Children's Digital Library


Cultvox

eBooksbrasil

Romanzieri.com

The Online Books Page

Project Gutenberg

Mucha Museum

Eduardo Cella

Site Oficial Tarsila do Amaral

Museu do Louvre

Museu Van Gogh

National Gallery of Art

Museu de Arte Contemporânea - MAC

Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - MASP

Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAMRIO

Museu de Arte Moderna da Bahia - MAM/BA

Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM

Museu Paulista da Universidade de São Paulo (Museu do Ipiranga)

Museus Virtuais do Mundo Todo

Hemisfério Cultural

DeviantART


Fundação Bienal


Instituto Tomie Ohtake


Anti Valor

Manohead
 (caricaturista)

Alfabeto Visual

Ótimo Artigo do Núcleo de Educação da Fundação Bienal

Making Art Br


Léo Martins (caricaturista)


King Models (Modelagem com papel)

Artigas (Ilustrador)


Nelves (desenhista)

Relação de materiais para desenho

Renato Alves

snuurg's deviantART gallery

Stuart Ng Books - Our Book Catalogue - Artists Sketchbooks - R - S

The Art of Alex CF

The Paintings of Adam Stennett

Thierry Labrosse

Tim_Simmons: Create Portraits With The Airbrush! (1 of 8)

toycutter

Tutoriais de desenho

w w w . b e l l e f r e e . c o m

LAPP - Light Art Performance Photography

Water figures 2007 Photo Gallery by fotoopa at pbase.com

Cosplay.com

Fotografar é fácil? Deveria ser?

Fotos Antigas

É fogo: fotografias na velocidade da luz

24 Beautiful HDR Photos of Abandoned Places | WebUrbanist

campo de fadas

HARLEM-13-GIGAPIXELS.COM

OneModelPlace.Com - Photographer: Jeffery Scott (1019) - Corona, California, United States ID:25854

Beijing Olympics Stadium: about 30 min. before Men's 100m Final

Artista francesa humaniza peixes em fotos | Caixa PreTTa - Desligue a TV e vá ler um blog!

urbano.viewbook.com | fotojornalismo

Links: Planos de Aula, Bibliotecas, Museus virtuais, Arte Digital, etc. (Retiradas de Meus Favoritos)

Uma série de links para começar bem o ano!

30 Maneiras de morrer eletrocutado (ilustrações)

54 Pinturas Digitais

A arte bizarra de Kris Kuksi

A CARICATURA

ANDRÉ CARRILHO

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ART

Arte com Papel

A Arte de Alex Sandwell Kliszynski

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Os 10 mais surpreendentes artistas de grafite 3D do mundo

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Canal Contemporâneo

Didática com a imagem e os meios audiovisuais (espanhol)

Museu de Arte Contemporânea - Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

MAC

Museu de Artes Contemporânea Serralves

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História da Arte

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I
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Planejamento - 2009

CURSO: Artes Plásticas

Disciplina: Fundamentos da Linguagem Visual – 3° Ano

Prof.: Fernando César Oliveira de Carvalho

Ementa: A leitura e produção das imagens e os veículos de comunicação de massa serão os “objetos” a serem abordados pela disciplina, além de exercitar a criatividade, estimular a psicomotricidade e fornecer ao aluno uma vasta experiência na elaboração e confecção de materiais da comunicação visual como materiais didáticos para a prática educativa.

OBJETIVOS – INFORMATIVOS

Ampliar o universo referencial do participante, para a prática de atividades artísticas e comunicativas.
Estimular a capacidade criativa e o conhecimento teórico dos meios de comunicação visual.
Apresentar uma variada referência visual para o melhor discernimento dos múltiplos padrões de beleza estética.

FORMATIVOS

Preparar o participante para a realização de trabalhos gráficos nos parâmetros profissionais de um educador dos códigos visuais.
Fornecer condições para o desenvolvimento criativo e crítico através de trabalhos teóricos e práticos produzidos como materiais didáticos.
Apresentar as mais variadas formas de se trabalhar com a imagem, suas aplicações práticas ao nosso cotidiano e as possíveis utilizações destas atividades para aulas de Arte.
Promover dinâmicas de estímulo e valoração da produção do aluno.
Capacitar o participante para exercer uma profissão como educador da arte com conhecimento dos códigos visuais.

PROGRAMA GERAL DO CURSO

1º Semestre

O alfabeto visual: formas de expressão gráfica
Elementos da comunicação visual:
a) Ponto, linha, forma, cor, sombra e luz.
b) Contraste, transparência, tridimensional.
c) Ritmo, perspectiva, composição e textura.

Plano Bidimensional
d) Superfície, espaço, composição.
e) Enquadramento e montagens
f) Paralelo, concêntrico, diagonal.
g) Circular, central, pontos áureos.

Veículos de comunicação visual:
h) Mídia impressa, jornal, revistas, cartazes, adesivos.
i) Símbolos da comunicação de massa
j) Logotipos e logomarcas
k) Teoria das cores em comunicação visual

Psicologia da visão:
a) Comunicação objetiva e subjetiva
b) Propaganda e publicidade
c) Campanha publicitária
d) Slogans, outdoors, layout.
e) Arte-final e veiculação

2° Semestre

Story Board:
a) Roteiro e enquadramentos
b) Plano americano, detalhe, close.
c) Grandíssimo plano geral, grande plano geral, geral.
d) Primeiro plano, micro plano.

Tridimensional e sua representação no plano
a) Vistas frontal, lateral e superior.
b) Projeção ortogonal

A imagem cinética e a estática:
a) A fotografia como arte e forma de estudo e desenvolvimento de um tema
b) O cinema como função imagem – som e expressão cênica e social
c) Análise crítica sobre os novos meios de propagação visual
d) Vídeo, Vídeo-Games, Internet.
e) Uso de câmeras e cinematógrafos como material didático


PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

Conteúdos divididos em bimestres
Aulas práticas e teóricas
Trabalhos individuais
Exposição didática
Avaliação pela produção e participação
Avaliação semestral através de trabalhos práticos

MATERIAL DIDÁTICO

Livros da biblioteca
Vídeo e T.V.
Xerox
Laboratórios (oficinas)
Aparelho sonoro (k7, CD).
Máquina fotográfica
Revistas e jornais


BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Ana Mae. Tavares Bastos. A imagem no Ensino de Arte: Anos oitenta e novos tempos. São Paulo: Perspectiva; Porto Alegre: Fundação IOCHPE, 1991.
BEAUMONT, Michel. Types & Colors: Ed. Phaidon.
COLE, Alison. Galeria de Arte – Cor. São Paulo: Manole Ltda., 1994.
Desenho e Pintura. Vol. I, II, III e IV – Ed. Nova Cultural.
DOMINGUES, Diana (org). A arte no século XXI – A humanização das tecnologias. São Paulo: UNESP, 1997.
DONDIS, Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. Ed. Martins Fontes.
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. São Paulo: Edgard Blucker Ltda.
GREGORY, R. L. Psicologia da Visão. Ed. Inova.
Marcas e Logotipos do Brasil 1996. Companhia das Artes.
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual: contribuição para uma metodologia didática. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
O prazer de fotografar. Editora Abril.
PEDROSA, Israel. Da cor a cor Inexistente. Brasília: Universitária de Brasília.

Planejamento - 2009

CURSO: Artes Plásticas

Disciplina: Fundamentos da Linguagem Visual – 3° Ano

Prof.: Fernando César Oliveira de Carvalho

Ementa: A leitura e produção das imagens e os veículos de comunicação de massa serão os “objetos” a serem abordados pela disciplina, além de exercitar a criatividade, estimular a psicomotricidade e fornecer ao aluno uma vasta experiência na elaboração e confecção de materiais da comunicação visual como materiais didáticos para a prática educativa.

OBJETIVOS – INFORMATIVOS

Ampliar o universo referencial do participante, para a prática de atividades artísticas e comunicativas.
Estimular a capacidade criativa e o conhecimento teórico dos meios de comunicação visual.
Apresentar uma variada referência visual para o melhor discernimento dos múltiplos padrões de beleza estética.

FORMATIVOS

Preparar o participante para a realização de trabalhos gráficos nos parâmetros profissionais de um educador dos códigos visuais.
Fornecer condições para o desenvolvimento criativo e crítico através de trabalhos teóricos e práticos produzidos como materiais didáticos.
Apresentar as mais variadas formas de se trabalhar com a imagem, suas aplicações práticas ao nosso cotidiano e as possíveis utilizações destas atividades para aulas de Arte.
Promover dinâmicas de estímulo e valoração da produção do aluno.
Capacitar o participante para exercer uma profissão como educador da arte com conhecimento dos códigos visuais.

PROGRAMA GERAL DO CURSO

1º Semestre

O alfabeto visual: formas de expressão gráfica
Elementos da comunicação visual:
a) Ponto, linha, forma, cor, sombra e luz.
b) Contraste, transparência, tridimensional.
c) Ritmo, perspectiva, composição e textura.

Plano Bidimensional
d) Superfície, espaço, composição.
e) Enquadramento e montagens
f) Paralelo, concêntrico, diagonal.
g) Circular, central, pontos áureos.

Veículos de comunicação visual:
h) Mídia impressa, jornal, revistas, cartazes, adesivos.
i) Símbolos da comunicação de massa
j) Logotipos e logomarcas
k) Teoria das cores em comunicação visual

Psicologia da visão:
a) Comunicação objetiva e subjetiva
b) Propaganda e publicidade
c) Campanha publicitária
d) Slogans, outdoors, layout.
e) Arte-final e veiculação

2° Semestre

Story Board:
a) Roteiro e enquadramentos
b) Plano americano, detalhe, close.
c) Grandíssimo plano geral, grande plano geral, geral.
d) Primeiro plano, micro plano.

Tridimensional e sua representação no plano
a) Vistas frontal, lateral e superior.
b) Projeção ortogonal

A imagem cinética e a estática:
a) A fotografia como arte e forma de estudo e desenvolvimento de um tema
b) O cinema como função imagem – som e expressão cênica e social
c) Análise crítica sobre os novos meios de propagação visual
d) Vídeo, Vídeo-Games, Internet.
e) Uso de câmeras e cinematógrafos como material didático


PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

Conteúdos divididos em bimestres
Aulas práticas e teóricas
Trabalhos individuais
Exposição didática
Avaliação pela produção e participação
Avaliação semestral através de trabalhos práticos

MATERIAL DIDÁTICO

Livros da biblioteca
Vídeo e T.V.
Xerox
Laboratórios (oficinas)
Aparelho sonoro (k7, CD).
Máquina fotográfica
Revistas e jornais


BIBLIOGRAFIA

BARBOSA, Ana Mae. Tavares Bastos. A imagem no Ensino de Arte: Anos oitenta e novos tempos. São Paulo: Perspectiva; Porto Alegre: Fundação IOCHPE, 1991.
BEAUMONT, Michel. Types & Colors: Ed. Phaidon.
COLE, Alison. Galeria de Arte – Cor. São Paulo: Manole Ltda., 1994.
Desenho e Pintura. Vol. I, II, III e IV – Ed. Nova Cultural.
DOMINGUES, Diana (org). A arte no século XXI – A humanização das tecnologias. São Paulo: UNESP, 1997.
DONDIS, Donis. Sintaxe da Linguagem Visual. Ed. Martins Fontes.
FARINA, Modesto. Psicodinâmica das Cores em Comunicação. São Paulo: Edgard Blucker Ltda.
GREGORY, R. L. Psicologia da Visão. Ed. Inova.
Marcas e Logotipos do Brasil 1996. Companhia das Artes.
MUNARI, Bruno. Design e Comunicação Visual: contribuição para uma metodologia didática. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
O prazer de fotografar. Editora Abril.
PEDROSA, Israel. Da cor a cor Inexistente. Brasília: Universitária de Brasília.

Planejamento - 2009

CURSO: Artes Plásticas

Disciplina: Evolução das Artes Visuais – 3° Ano

Prof.: Fernando César Oliveira de Carvalho

Ementa: A teoria e a filosofia da arte, bem como a reflexão estética e o senso crítico serão os temas abordados. As novas tecnologias e a indústri cultural como parceiras da arte contemporânea também farão parte desta análise acadêmica; os novos códigos de comunicação em massa e suas implicações sociais e econômicas merecerão destaque dentre os conteúdos estudados por meio da apreciação de filmes, músicas, comerciais, modismos e outros manifestos da cultura de massa.

OBJETIVOS – INFORMATIVOS

Distinguir os multimeios da comunicação de massa – sua linguagem objetiva ou subjetiva, a indústria cultural e a arte como “produto dentro do capitalismo”.
Fornecer instrumentos, informações e elementos possíveis para a distinção da linguagem plástica contemporânea e suas possíveis utilizações como entretenimento e produto de consumo.
Amparar as pesquisas acadêmicas desenvolvidas para a identificação dos novos meios de comunicação visual do séc. XXI e sua análise crítica diante de suas repercussões sociais.
Apresentar uma comparação entre os distintos códigos culturais do período pós-moderno e suas fusões e hibridismo de linguagens.
Alertar para a possível atualidade da Arte como forma de alienação das capacidades sensitivas e intelectivas do ser humano.

FORMATIVOS

Sensibilizar a percepção visual através de leituras de obras consagradas pela crítica e pela História da Humanidade.
Envolver o aluno no universo da comunicação visual e fazê-lo perceber as múltiplas formas de expressão artística e materiais possíveis na sua execução.
Preparar o aluno para a continuidade da pesquisa como processo pedagógico fundamental para o educador e o educando.
Incitar o participante a questionar o papel da Arte no processo do desenvolvimento estético na sociedade industrial.
Capacitar o estudante para o meio teórico e reflexivo ao pensamento crítico para quando estiver diante dos fenômenos artísticos promovidos pela mídia não se posicione como um ser passivo e manipulável.

PROGRAMA GERAL DO CURSO

1º Semestre

Evolução: o efêmero e o permanente
Movimentos artísticos do século XIX e XX, que já anunciavam a dominação dos meios artísticos
O pensamento estético na transição dos séculos citados
O papel do artista a partir da revolução industrial
O mercado de arte e o mecenato burguês
A necessidade do novo e o rompimento com o passado clássico
Os meios de reprodução e a perda da arte “aurática”, segundo Walter Benjamin
Interpretação e superinterpretação da obra de arte pelo apreciador
O cinema e a indústria cultural – Estratégias políticas e econômicas
Massificação da Imagem: televisão
Estética da Barbárie – padronização do gosto
A crítica cultural sobre os códigos hegemônicos
Autonomia na arte e a criatividade
Arte conceitual: uma idéia sem obra?
A teoria estética – reflexões sobre a arte kitsch

2° Semestre

Filosofia da Arte: conceitos, autores e paradigmas
Novas funções da arte numa sociedade de consumo
Tecnologia e arte – o design como referência estética
Arte, obra de arte e artista: fragmentações de um processo
O posicionamento crítico por parte do educador pela Arte
Arte – Educação e a educação dos sentidos
Apreciação do belo através da arte-educação
Arte: lazer passivo ou ócio criativo
Multiculturalidade e globalização

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

Conteúdos divididos em títulos
Textos e livros para análise e debates
Pesquisas individuais e apresentações
Redações com análises críticas sobre Artes
Apreciações de vídeo (filmes) e comentários
Aulas teóricas e práticas
Avaliação constante através de atividades, pesquisas, trabalhos e provas

MATERIAL DIDÁTICO

Xerox
Vídeo e T.V.
Fotos e máquina fotográfica
Livros, jornais, revistas, folhetos
Computador

BIBLIOGRAFIA

ADORNO, Theodor W. Prismas – crítica cultural e sociedade. São Paulo: Ática, 1998.
___________________. Teoria Estética. Lisboa: Edições 70, 1993.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. Trad. Denise Bottman e Federico Carotti. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira/Edusp, 1980.
ARRUDA, José J. de. A história antiga e medieval. 7ª ed., Ed. Ática.
BAUDRILARD, Jean. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições 70.
BENJAMIN, Walter. O conceito de crítica de Arte. Ed. Iluminuras.
COLI, Jorge. O que é arte. Ed. Brasiliense.
COSTA, Cristina. Questões da arte: a natureza do belo, da percepção e do prazer estético. São Paulo: Moderna, 1999.
DUFRENNE, Mikel. A estética e as ciências da Arte. Ed. Bertrand.
FISCHER, Ernest. A necessidade da Arte. 9ª ed., Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983.
FRANCASTEL, Pierre. Pintura e Sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Arte. Vol. I-II. São Paulo: Mestre Jou, 1972.
LABAKI, Amir. Folha conta 100 anos de cinema. Rio de Janeiro: Imago, 1995.
MORAES, Frederico. Arte é o que Eu e Você chamamos Arte: 801 definições sobre arte e o sistema de arte. Rio de Janeiro: Record, 1998.
MOLES, Abraham. O kitsch. São Paulo: Perspectiva, 2001.
PILLAR, Analice e Denyse Vieira. O vídeo e a metodologia triangular no ensino da Arte. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Fundação Iochpe, 1992.

Planejamento - 2009

CURSO: Artes Plásticas

Disciplina: Evolução das Artes Visuais – 3° Ano

Prof.: Fernando César Oliveira de Carvalho

Ementa: A teoria e a filosofia da arte, bem como a reflexão estética e o senso crítico serão os temas abordados. As novas tecnologias e a indústri cultural como parceiras da arte contemporânea também farão parte desta análise acadêmica; os novos códigos de comunicação em massa e suas implicações sociais e econômicas merecerão destaque dentre os conteúdos estudados por meio da apreciação de filmes, músicas, comerciais, modismos e outros manifestos da cultura de massa.

OBJETIVOS – INFORMATIVOS

Distinguir os multimeios da comunicação de massa – sua linguagem objetiva ou subjetiva, a indústria cultural e a arte como “produto dentro do capitalismo”.
Fornecer instrumentos, informações e elementos possíveis para a distinção da linguagem plástica contemporânea e suas possíveis utilizações como entretenimento e produto de consumo.
Amparar as pesquisas acadêmicas desenvolvidas para a identificação dos novos meios de comunicação visual do séc. XXI e sua análise crítica diante de suas repercussões sociais.
Apresentar uma comparação entre os distintos códigos culturais do período pós-moderno e suas fusões e hibridismo de linguagens.
Alertar para a possível atualidade da Arte como forma de alienação das capacidades sensitivas e intelectivas do ser humano.

FORMATIVOS

Sensibilizar a percepção visual através de leituras de obras consagradas pela crítica e pela História da Humanidade.
Envolver o aluno no universo da comunicação visual e fazê-lo perceber as múltiplas formas de expressão artística e materiais possíveis na sua execução.
Preparar o aluno para a continuidade da pesquisa como processo pedagógico fundamental para o educador e o educando.
Incitar o participante a questionar o papel da Arte no processo do desenvolvimento estético na sociedade industrial.
Capacitar o estudante para o meio teórico e reflexivo ao pensamento crítico para quando estiver diante dos fenômenos artísticos promovidos pela mídia não se posicione como um ser passivo e manipulável.

PROGRAMA GERAL DO CURSO

1º Semestre

Evolução: o efêmero e o permanente
Movimentos artísticos do século XIX e XX, que já anunciavam a dominação dos meios artísticos
O pensamento estético na transição dos séculos citados
O papel do artista a partir da revolução industrial
O mercado de arte e o mecenato burguês
A necessidade do novo e o rompimento com o passado clássico
Os meios de reprodução e a perda da arte “aurática”, segundo Walter Benjamin
Interpretação e superinterpretação da obra de arte pelo apreciador
O cinema e a indústria cultural – Estratégias políticas e econômicas
Massificação da Imagem: televisão
Estética da Barbárie – padronização do gosto
A crítica cultural sobre os códigos hegemônicos
Autonomia na arte e a criatividade
Arte conceitual: uma idéia sem obra?
A teoria estética – reflexões sobre a arte kitsch

2° Semestre

Filosofia da Arte: conceitos, autores e paradigmas
Novas funções da arte numa sociedade de consumo
Tecnologia e arte – o design como referência estética
Arte, obra de arte e artista: fragmentações de um processo
O posicionamento crítico por parte do educador pela Arte
Arte – Educação e a educação dos sentidos
Apreciação do belo através da arte-educação
Arte: lazer passivo ou ócio criativo
Multiculturalidade e globalização

PROCEDIMENTOS DIDÁTICOS

Conteúdos divididos em títulos
Textos e livros para análise e debates
Pesquisas individuais e apresentações
Redações com análises críticas sobre Artes
Apreciações de vídeo (filmes) e comentários
Aulas teóricas e práticas
Avaliação constante através de atividades, pesquisas, trabalhos e provas

MATERIAL DIDÁTICO

Xerox
Vídeo e T.V.
Fotos e máquina fotográfica
Livros, jornais, revistas, folhetos
Computador

BIBLIOGRAFIA

ADORNO, Theodor W. Prismas – crítica cultural e sociedade. São Paulo: Ática, 1998.
___________________. Teoria Estética. Lisboa: Edições 70, 1993.
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. Trad. Denise Bottman e Federico Carotti. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.
ARNHEIM, Rudolf. Arte e percepção visual. São Paulo: Pioneira/Edusp, 1980.
ARRUDA, José J. de. A história antiga e medieval. 7ª ed., Ed. Ática.
BAUDRILARD, Jean. A sociedade de consumo. Lisboa: Edições 70.
BENJAMIN, Walter. O conceito de crítica de Arte. Ed. Iluminuras.
COLI, Jorge. O que é arte. Ed. Brasiliense.
COSTA, Cristina. Questões da arte: a natureza do belo, da percepção e do prazer estético. São Paulo: Moderna, 1999.
DUFRENNE, Mikel. A estética e as ciências da Arte. Ed. Bertrand.
FISCHER, Ernest. A necessidade da Arte. 9ª ed., Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1983.
FRANCASTEL, Pierre. Pintura e Sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Arte. Vol. I-II. São Paulo: Mestre Jou, 1972.
LABAKI, Amir. Folha conta 100 anos de cinema. Rio de Janeiro: Imago, 1995.
MORAES, Frederico. Arte é o que Eu e Você chamamos Arte: 801 definições sobre arte e o sistema de arte. Rio de Janeiro: Record, 1998.
MOLES, Abraham. O kitsch. São Paulo: Perspectiva, 2001.
PILLAR, Analice e Denyse Vieira. O vídeo e a metodologia triangular no ensino da Arte. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul: Fundação Iochpe, 1992.

competência + perseverança


Esta mensagem, eu mandei para meus amigos pelo Orkut em 21 de julho de 2006.

competência + perseverança

Estava agora a pouco, lavando meus tênis, observando uma tela de 8 reais, cheia de manchas de tinta acrílica e pensando na vida. E como eu fiz para entrar no hall dos quase dois mil dispensados do Programa Escola da Família.Gostaria de mandar sempre boas novas, dizer que está tudo bem, mas toda vez, toda mísera vez que paro para pensar na minha vida, eu fico mal.Fiquei analisando cada passo meu, ao longo de minha vida profissional e logo vi, que sou um fracasso. Ao contrário do que pensam algumas pessoas, minha carteira de trabalho e minha vida profissional como um todo, não é cheia de carimbos por ser uma pessoa aventureira ou que enjoa rápido das coisas, foi por pura incompetência. Afinal, eu sou incompetente até mesmo para tirar as manchas das minhas meias; quem dirá na minha vida profissional. Ora desatento, ora “amigável demais”. Acho que já ouvi todas as dispensas imagináveis. E não dava a mínima. Mas, agora vejo o porque de não dar a mínima. Eu tinha retaguarda. Podia ser dispensado de qualquer trabalho, afinal, chegava em casa, a comida estava pronta; meu pai manteria-me por mais alguns meses até eu arrumar outra forma de ganhar dinheiro; ou buscaria formas “menos lícitas” de levantar algum. E esta é minha história profissional durante a maior parte de minha vida (tudo bem, que as formas mais constantes de arrumar dinheiro, realmente eram as “menos ilícitas”). Mas, a cada dia que passa (hoje 2.5, amanhã, ‘trintando’), mais e mais, vejo o quanto isso me fazia ainda mais superficial (vide outras esferas da vida), e o quanto isso me prejudicou e prejudica até hoje. ‘Você é novo’ – você diz. Mas, tempo perdido, nunca mais é encontrado. E o pior, é que as perspectivas não são as melhores.Realmente, julho sempre foi para mim o mês da depressão. Eu já tomei meu remedinho, tô pronto pra fazer naninha. Mas, eu já não sou mais criança; não culpo mais o sistema ou outras pessoas pelos meus problemas. Eu só posso culpar a mim mesmo pelas minhas escolhas e pelo meu caminho. Afinal, sou o Fera, não sou? Falando em Fera, eu acho que grande parte do problema reside na questão de quem sou. Fiquei realmente abismado com a mudança das pessoas por verem sua imagem reproduzida de alguma forma. O grande assunto do mês, aqui em Cesário, foi o fato de eu ter aparecido em uma revista de circulação regional. Grande coisa! Parece até que eu salvei a mãe de alguém.Mas, têm coisas que eu comecei a entender agora; só agora que estou alcançando a grande benção que alguns chamam de maturidade. Outras não. Eu estava pensando no porquê de odiar e ser odiado. Biologicamente falando, o nosso cérebro cria determinadas reações hostis para com as pessoas que nos ameaçam de alguma forma. As pessoas que eu odeio são mais competentes que eu. De alguma forma. O Ronaldo, tinha um emprego estável, tão logo saiu, arruma outro. O Júlio, mais novo do que eu, na época que ele aprontou comigo e que eu queria (quero, quero, quero e a Mireille não deixa!) explodir a cabeça dele, eu trabalhava na Sabrina Jóias e, bingo! Ele era responsável por um setor. E ficar pensando nestas coisas, faz passar um pouco o ódio que sinto destes e de muitos outros elementos. Mas, também me faz pensar no quanto sou incompetente em fazer até o trabalho mais simples. Todos os lugares que trabalhei, sempre fiz um puta cagada e, puf! Pé na bunda. Analisando bem, odeio trabalhar. Existe alguém que gosta? Hoje, como professor, sou uma fiasco (no máximo, um carinha legal que algumas pessoas gostam, e só). Sei que tenho potencial para muito mais, mas, não sei qual é o botão de on desta função. É verdade, que faço parte de uma gama seleta de pessoas que olha para os alunos e fica pensando no futuro delas (até mesmo, já chorei em sala pensando nisto); eu realmente me preocupo com a falta de sonhos e perspectivas destes jovens. Quando eu lutava, todos falavam que eu era um prodígio. Balela! Nunca quis participar de um campeonato e não vi um futuro naquilo. Como artista plástico, blerg! Basta olhar minhas telas, sempre com cara de aluno; nunca me senti tão bem quanto no momento em que termino estas porcarias. O meu quadro mais legal, era uma releitura (na verdade, uma reprodução, mas a m... de professora fala que é estudo... Odeio releitura!), que eu tomei um rumo totalmente diferente, e recebi uma baita orientação do Jaime (Ave, mestre!). Pessoa esta, que juntamente com alguns pouquíssimos mortais, acredita em meu potencial (todas mais do que eu, óbvio), e me disse certa vez por e-mail, que estas crises são normais a quem pensa. Fantasia pouco quem pensou em Van Gogh (hahaha, sem graça). ‘Você poderia trabalhar com desenho, com este talento’ – parei de contar quantas vezes eu já ouvi isto. Se eu tivesse a metade do talento que as pessoas dizem, talvez até poderia mesmo. Os meus desenhos servem, no máximo, para que eu já faço: apreciação própria. Algumas pessoas diziam para que eu fizesse como aqueles caras que desenham retratos na Praça da República. Grande perspectiva, não? Não, não estou desmerecendo ninguém. Todos os que eu vi por lá, desenvolvem trabalhos maravilhosos, mas, acho que nenhum deles gostaria de estar por lá. E outra, com a minha velocidade toda para produzir, é bem capaz de todo mundo ir lá para dormir. Em desenho, o Deivid, Jorge ou Bruno, são bem mais capazes que eu. Será que aquele meu lema de que nós fazemos nossas próprias oportunidades, não envelheceu a ponto de parecer trecho de livro de auto-ajuda? Talvez, minha salvação more na argila, que eu tanto adoro, certo? Errado. Como tudo na vida, toda vez que eu começo a me descobrir em algo, imediatamente aparece alguém que faz melhor do que eu. Dias atrás, conheci um cara no Orkut que está fazendo um Batman de um metro, perfeito! Na televisão, no mesmo dia, estava passando no Fantástico uma matéria sobre problemas de coluna e passou um cara modelando, mulheres em tamanho real e sem modelo. Meu mundo caiu por terra. Ou barro.O que eu vou fazer da minha vida, então? Vou ser pago para estudar, escrever, ou para cantar? Meus poemas são uma droga, como dramaturgo sou um bom encanador e até eu passei a odiar minha voz. Os dois últimos, ainda tentei insistir um pouco após minha mudança para o interior, mas o bom senso chegou... Tudo era tão simples antes. Ficar desenhando, na mesa da garagem, vendo algumas pessoas passarem pela madrugada afora, era como um emprego. Um vício, mas sem salário. Minha mesa redonda de plástico do meu escritório cheio de plantas e com um carro para assistir meu magnífico trabalho.Sorte que tenho namorada, senão nem mulher olhava pra mim.Estou ficando com marcas de expressão, calvo, tem um monte de manchas e pintas em meu rosto (totalmente diferente das de “branco”; em tempo, estas pintas, em algumas regiões da África, são muito valorizadas, pois acredita-se que surja uma para cada grande feito da pessoa), marcas pelo corpo feitas pela ‘maravilhosa’ herança que meus tempos de “doidão” deixaram, a maravilhosa memória que a auto-queima de neurônios me deu, e sequer conseguirei ter o físico que já tive um dia! (Super importante, não?)Go-go-boy não dá, afinal, se eu tivesse mais estrias, seria uma teia de aranha e não uma pessoa.Mas, o importante que estou vivo. Deixei de pensar as besteiras que pensava antes. Tenho algumas pessoas que se preocupam comigo (mas, meu orgulho não deixa que elas me ajudem). Uma vez, um grande amigo meu, irmão mesmo, falou que tinha conversado com outra pessoa que considero como irmã, grande amiga, que eu era um cara legal, só teria que ser menos dependente de meus pais. Hello, dear! Somos independentes, man! Mas, eu gostaria de ser mais. Não sei exatamente o quê. Mas, gostaria de ser maior, como nunca fui. E luto todo santo dia para me descobrir. Fazer algo que importe. Parece besteira, mas meu grande sonho é exatamente este. Fazer algo que me torne imortal.