Estou tentando sair dessa "letargia" criativa. Tenho que produzir cada vez mais, então decidi: vou fazer uma ilustração, desenho ou pintura por dia (ou pelo menos, dentro do possível).

A primeira onda: Caricatura do Mv Bill


Dias atrás, eu fiz uma "glamour-montaginha" pra Vivian, ex-aluna e amiga, que eu admiro pela forma de ver a vida, sua amizade, seu jeito de ser e por sua beleza. Eu vi alguns comentários sobre a boca dela no álbum do Orkut. Logo depois eu escutei uma música que eu amo: Lips Like Sugar, do Echo & the Bunnymen. Juntei uma coisa com outra e pimba! Saiu uma montagenzinha de revista... E não é Playboy! rs.

Descobri também a poucos dias, que posso começar a utilizar ferramentas diversas para o design gráfico. Quero ainda aprender muito sobre 3D, mas uma ferramenta bem simples, o Sketchup do Google já pode ser um começo. Depois vou postar com calma todas as imagens do projeto do logotipo para o ateliê da amiga e artista plástica, Raquel Faid.


Day, after day, after day, after... Ou seria afta?



Estou aqui, tentando somente controlar minha respiração enquanto lembro um acontecimento do dia de hoje e de uma promessa feita há muito tempo atrás, e que por nada desse mundo eu vou quebrá-la. Bom, nada como ir ao início para que se obtenha algum entendimento.

Ontem, foi aniversário do meu irmão e o convidei para ir ao shopping Esplanada, dar uma volta. Dia agradável, demos algumas risadas e tudo correu bem. Inclusive, acabei fazendo o topframe do blog Desafio dos Contos, mas isso é outra história.

 Hoje pela manhã, acordamos logo cedo e fomos caminhar pelo “mundão” em busca de casas para alugarmos (visto que cada um segue um rumo e iniciamos uma nova fase de nossas vidas) e nos deparamos com a irrealidade de um mundo imobiliário aflito com a “crise mundial”. Depois de andarmos quatro horas e de eu ter trocado minhas luvas de musculação que havia comprado em uma loja próxima de casa (não sei como, veio com duas luvas direitas – uma GG e outra PP), voltamos para nosso humilde apartamento para almoçar. Tive um dia normal com afazeres domésticos e todo o resto – em suma, monótono. Mas, ainda não havia terminado. Não senhor! Eis que, já ao final da noite, eu escuto uma frase em resposta a outra da televisão, mais precisamente da personagem Maysa, da minissérie homônima: “... sou contra as leis, contra a ordem. Eu sou uma contestadora!” – “E acha que está certa.”

Neste momento, apesar do tremor de minha pálpebra, eu me contenho. “Sim, eu acho!” – pensei. Veio-me à mente diversas outras oportunidades, que ao decorrer de 2008 eu fiz exatamente a mesma coisa e me calei. “Durante todo este ano, eu aprendi o valor de me calar. Aprendi porque chamamos ‘meus pensamentos’ e ‘minhas opiniões’ de ‘meus’ e ‘minhas’; é porque devemos guardá-los para nós mesmos.” – disse certa vez, sendo respondido com “Ah, mas devemos externar o que pensamos, pois em algum momento não agüentamos mais e explodimos”, e eu respondi prontamente: “Não, não explodirei. Porque se eu dissesse tudo o que já passou pela minha cabeça, eu teria sorte se hoje, você e sua família, estivessem olhando na minha cara!”. E não posso dizer que mudei meu pensamento.

Fui embora com uma lágrima escorrendo no rosto, não de tristeza ou raiva, mas de felicidade. Felicidade por ter estes momentos, por estar vivendo cada um deles e me lembrando de quem eu realmente sou, e o preço que estou pagando. Lembrando-me do júbilo que senti ao ver a expressão de espanto no rosto de meu primo Dudu, ao ouvir de outro primo meu (Felipe) uma das diversas histórias do “meu passado sombrio e escondido”. Do prazer que sentia ao transgredir, ora grafitando, ora esmurrando alguma desavença. Do mesmo prazer que sentia ao ver o olhar de descrédito pelas minhas “idéias absurdas”, ou o olhar encantado e receoso ao dançar alucinadamente nos locais que freqüentava, ou ainda, da descrição de um amigo meu para o meu primo Felipe de outra oportunidade em que eu me “meti em confusão”, que espantado ouvia a descrição quase poética da cena de uma briga de bar, sob a luz de um estrobe e música alucinante, em movimentos cortados pelo apagar e acender das luzes dando seu toque de irrealidade.

Sim, eu sou um transgressor.

Mas, também sei vestir pele de cordeiro. E aprendi que realmente para sobreviver, eu teria que me disfarçar. Eu faço o que o sistema manda. Eu faço o que ele manda fazer. Mas quando eu me deparo com “aquele” olhar em sala de aula; aquele olhar solitário em meio à massa, mostrando o despertar do ‘algo mais’ que eu inseri naquele conteúdo... Ah! Que prazer!

Até quando as pessoas vão se achar donas da verdade e tentar impor uma falsa ordem ao caos da vida? Até quando vão achar que as ‘suas verdades’ são ‘verdades universais’? Vão dar tanto valor para pedras ou metais extraídos da terra, que não teriam valor se não acreditassem que os têm, ou ainda cerimônias e rituais “pagãos” ou “bárbaros”, que só porque agora se tornaram “cristãos” e envolvem dinheiro, são extremamente necessários para as nossas vidas? Talvez porque “vivemos em sociedade”?!?

Eu me achava esgotado e desestimulado. Eu achava até mesmo que seria o fim, afinal, deixei os sonhos para trás. Entretanto, são estes momentos, que me fazem feliz e não me deixam esquecer quem eu realmente sou.

E eu agradeço por me sentir exatamente como este objeto que encontrei quando ia embora, “uma tampa de privada jogada em alguma esquina da vida”. Apenas um detalhe, mas que desestabiliza a ordem das coisas.



Last Letter - One Day As A Lion

Pra variar, um pedaço do meu dia "musicado".

last letter

one day as a lion


your god is a homeless assassin
who roams the world to save
he's digging for buried treasures
he's leaving nothing but fields of graves

the tears will fly like birds of vengeance
the sky will bury us all
the church bells will sound like sirens shrieking
the hole will be dug for the fall

through the smoke its now getting clearer
who led us into the burning theater
in through the rain of bodies and ashes
and into the courtrooms of pitched blackness
into the secret firing lines
into the barbed wire dug in around our minds

the tears will fly like birds of vengeance
the sky will bury us all
the church bells will sound like sirens shrieking
the hole will be dug for the fall

your god is dying much younger than Rome
he's killed so many he can't go home
your god's heart is a tumor now rotten
born of a blood that's never forgotten

and this is my last letter to you 
i'm walking the belt way and there's
something i've got to do

http://www.myspace.com/onedayasalion  

Olá, feliz 2009!

Estou convertendo as apostilas para o ano para .pdf e logo vou disponibilizá-las aqui para download.

Valeu!

Olá, feliz 2009!

Estou convertendo as apostilas para o ano para .pdf e logo vou disponibilizá-las aqui para download.

Valeu!

New year, new day, new life...

Para refletir esse novo momento da minha vida, estou retomando o blog, onde logo vou colocar os antigos posts em versão .pdf para quem quiser se interar sobre o ano retrasado e o ano passado, e com isso também surgiu um novo topframe. Na verdade, estes dias eu fui "picado pelo bichinho da Arte" novamente, e acabei fazendo três desenhos. O primeiro, é uma ilustração para um conto do meu amigo Renato Rockão, que iniciou o blog de Desafios dos Contos (do qual estou participando - logo o meu vai estar lá), o outro acabou virando o top do blog, enquanto o outro é uma homenagem ao meu amigo, aluno e caricaturista Bruno Venâncio.


E que venham os bulldogs do novo ano!

Abraço.

Música do dia; para enfrentar o que vem.


Bury all your secrets in my skin


Hoje, tive um dia de reflexão sobre a minha vida, das saudades que sinto e de todo um caminho que eu percorri para conquistar o que eu sempre vi como promessa para o futuro: a solidão. Belamente norteado por um dos baixos de meu transtorno bipolar.
Com a dor da inflamação de meu pulso direito e dos dedos mínimo e anelar, me sinto um velho por relacionar a dor ao mau tempo que brinda meu sofrimento interior com uma garoa fina, pós-chuva torrencial, mas verdadeiramente causado por um incidente de tempos atrás, que algumas poucas pessoas conhecem. Sinto uma lágrima correr meu rosto e logo se misturar com a água da chuva, que após se acumular sobre minha cabeça, escorre pela minha fronte. Fazendo trilha sonora para o meu descontentamento, toca no meu celular Lips Like Sugar, do Echo & The Bunnymen, seguido por Snuff, do Slipknot. As poucas pessoas com quem cruzo nas ruas não percebem meu pranto embalado que se intensifica, pela escuridão e pela garoa que assim como minhas lágrimas caem em maior volume; ou por simplesmente ignorar. Afinal, não é da conta delas.
Uma angústia toma conta de meu coração, apertando-o. Lembro da minha desatenção e distante companhia, enquanto acariciava não um Motorola V3, mas uma lembrança de tempos sem volta. Não é difícil perceber onde meus pensamentos repousam. Arrependimento pelo que eu não fiz, ou não tive coragem de fazer; não sei ao certo. Vejo meus dias passarem sem companhia, sem amizades, sem aquelas conversas desconexas ou intelectuais, ou ainda, risos e minha voz estridente, tão característicos. Há muito, eu já havia percebido que minha alma se quebrou, como um reflexo em um espelho alvejado pelas pedras da vida (ou de pessoas que menos esperava). Meu céu está nublado. Penso que o que tenho não me basta. Será?

Enquanto observo um carro que está parado em frente ao ponto de ônibus, bloqueando a parada dos que chegam, começa a tocar Sorrow, de outra banda que adoro: Bad Religion. Sou novamente atacado pelo meu próprio transtorno, abaixando minha face e elevando os olhos, apertando os dentes e tomando a velha postura agressiva que ajudou a moldar meu apelido. As lembranças novamente tocam minha mente, transformando meus lábios em um meio sorriso. Lembro de quem eu sou, e de tudo o que eu fiz para chegar onde estou. Das coisas que eu fiz por acreditar que era o certo. Lembro de tudo o que eu decidi, e que também decidi não voltar atrás. Lembro de palavras doces e de choro compartilhado. Lembro das palavras de incentivo e de como me sentia despertado de um sono letárgico depois de ouvir que tudo ia passar e um prolongado abraço. Estes momentos serviam pra me dizer "você não está só". Ainda sinto o calor do abraço. O que será que procuro?

Inundado por estes sentimentos, eu me sinto eu novamente. Embarco no ônibus. Olhando desafiadoramente para o "conteúdo" do ônibus após cumprimentar o motorista, encarno novamente a revolta, visto minha velha pele, sinto-me novamente um lobo entre cordeiros.

"O QUE VOCÊ TÁ OLHANDO, CARALHO?!?"

Sim, aqui estou eu, de novo.

Snuff
Slipknot

Bury all your secrets in my skin
Come away with innocence, and leave me with my sins
The air around me still feels like a cage
And love is just a camouflage for what resembles rage again…

So if you love me, let me go. And run away before I know.
My heart is just too dark to care. I can't destroy what isn't there.
Deliver me into my Fate - If I'm alone I cannot hate
I don't deserve to have you…
My smile was taken long ago / If I can change I hope I never know

I still press your letters to my lips
And cherish them in parts of me that savor every kiss
I couldn't face a life without your light
But all of that was ripped apart… when you refused to fight

So save your breath, I will not hear. I think I made it very clear.
You couldn't hate enough to love. Is that supposed to be enough?
I only wish you weren't my friend. Then I could hurt you in the end.
I never claimed to be a Saint…
My own was banished long ago / It took the Death of Hope to let you go

So Break Yourself Against My Stones
And Spit Your Pity In My Soul
You Never Needed Any Help
You Sold Me Out To Save Yourself
And I Won't Listen To Your Shame
You Run Away - You're All The Same
Angels Lie To Keep Control…
My Love Was Punished Long Ago
If You Still Care, Don't ever let me know
If you still care, Don't ever let me know…

snuff (tradução)
slipknot

Enterra todos os seus segredos na minha pele,
Desaparece com a inocência, e deixar-me com os meus pecados,
O ar em torno de mim ainda se parece com uma jaula,
E o amor é apenas uma camuflagem, para o que se parece com raiva, novamente ...

Então se você me ama, deixe-me ir. E corre para longe antes que eu saiba.
Meu coração é escuro demais para se importar. Eu não posso destruir aquilo que não está lá.
Entregue-me ao meu destino, se eu estou sozinho não posso odiar,
Eu não mereço ter-te ...
O meu sorriso foi tomado há muito tempo, Se eu puder mudar, Eu espero que eu nunca saiba.

Eu ainda pressiono as tua cartas junto aos meus lábios
E as mantenho em partes de mim que saboreia cada beijo seu,
Eu não poderia enfrentar uma vida sem a tua luz
Mas tudo isso foi rasgado... quando você se recusou a lutar


Então salve o fôlego, eu não vou ouvir. Acho que deixei muito claro.
Você não pode odiar o suficiente para o amar. Isso deveria ser suficiente?
Meu único desejo era que tu não fosses minha amiga. Assim eu poderia te machucar no final.
Eu nunca declarei ser santo...
Meu interior foi banido há muito tempo atrás, Isso custou a morte da esperança, para te deixar ir

Então, quebra-te contra a minha pedras,
E cospe a tua pena na minha alma,
Você nunca precisou de nenhuma ajuda
Você me vendeu por inteiro para salvar-se
E eu não ouvirei a tua vergonha
Você fugiu... Vocês são todos iguais...
Anjos mentem para manter o controle...
Meu amor foi punido há muito tempo,
Se você ainda se importa, nunca me deixe saber
Se você ainda se importa, nunca me deixe saber...

Lips Like Sugar
Echo & The Bunnymen

She floats like a swan
Grace on the water
Lips like sugar
Lips like sugar
Just when you think you've caught her
She glides across the water
She calls for you tonight
To share this moonlight

You'll flow her river
She'll ask & you'll give her...
Lips like sugar
Sugar kisses
Lips like sugar
Sugar kisses

She knows what you know
I know what she's thinking
Should be kissing, should be kissing
Just when you think she's yours
She's flown to other shores
To laugh at how you break
And melt into this lake

You'll flow down her river
But you'll never give her...
Lips like sugar
Sugar kisses
Lips like sugar
Sugar kisses

She'll be my mirror
Reflect what I am
Loose women
The king of Siam
And my siamese twin
Alone in the river
Mirror kisses, mirror kisses...

Lips like sugar
Sugar kisses
Lips like sugar
Sugar kisses.....

Lips Like Sugar (Tradução)
echo & the bunnymen

Lábios Como Açúcar

Ela flutua como um cisne
Um enfeite na água
Lábios como açúcar
Lábios como açícar
Quando você pensa que a pegou
Ela plana pela água
Ela o pede hoje à noite
Compartilhar este luar

Você fluirá o rio dela
ela perguntará e você a dará
lábios como açúcar
beijos de açúcar
lábios como açúcar
beijos de açúcar

Ela sabe o que você sabe
Eu sei o que ela está pensando
Deveria estar beijando, deveria estar beijando
Quando você pensa que ela é sua
Ela lhe dá as costas
E ri de como você se quebra
E derreter neste lago 

Ela será meu espelho 
Refletir o que eu sou
Mulheres soltas
O rei de Siam
E meu gêmeo siamês
Sozinho no rio
Beijos no espelho, beijos no espelho...


Sorrow
Bad Religion

Father can you hear me?
How have I let you down?
I curse the day that I was born...
And all the sorrow in this world...

Let me take you to the hurting ground
Where all good men are trampled down
Just to settle a bet that could not be won
Between a prideful father and his son
Will you guide me now, for I can't see
A reason for the suffering and this long misery
What if every living soul could be upright and strong
Well, then I do imagine...

There will be Sorrow
Yeah there will be Sorrow
And there will be Sorrow, no more

When all soldiers lay their weapons down
Or when all kings and all queens relinquish their crowns
Or when the only true messiah rescues us from ourselves
It's easy to imagine...

There will be Sorrow
Yeah there will be Sorrow
And there will be Sorrow, no more

Sorrow (tradução)
Bad Religion

Sofrimento

Pai, você pode me ouvir?
Como o deixei abater?
Eu amaldiçôo o dia que eu nasci...
E todo o sofrimento neste mundo...

Deixe-me levar para o lado da ofensa
Onde todos os homens bons são humilhados
Apenas para cumprir uma aposta que não poderia ser vencida
Entre um pai orgulhoso e seu filho
Você irá me guiar agora, para algo que eu não vejo.
Uma razão para o sofrimento e esta longa miséria
Como seria se toda alma viva pudesse ser justa e forte
Bem, então eu imagino.....

(Refrão)
Que lá haverá tristeza
É lá haverá tristeza
E lá haverá tristeza, não mais

Quando todos os soldados baixarem suas armas
Ou quando todos reis e rainhas abandonar suas coroas
Ou quando o único Messias verdadeiro nos libertar de nós mesmos
É fácil imaginar...

Não haverá sofrimento...
Yeah não haverá sofrimento...
E não haverá sofrimento, nunca mais.

Quando todos os soldados abaixarem suas armas
Ou todos os reis e rainhas abandonarem suas corôas
Ou quando o único e verdadeiro messias nos resgatar de nós mesmos.
É fácil de imaginar....

Não haverá sofrimento...
Yeah não haverá sofrimento...
E não haverá sofrimento, nunca mais.



"Eu só posso estar na vida do outro para fazer o bem, para acrescentar, caso contrário, eu sou perfeitamente dispensável."

A sensibilidade matou o artista - Fernando César


A sensibilidade matou o artista
Por medo da morte
A vida mata
Quem me ensinou a ser louco
Já morreu de overdose
Pois, fácil é a descida para o inferno
E as rosas agora são azuis
As bitucas de cigarro
Congelam no cinzeiro
Da minha sala
Na minha casa
E o medo de ser louco
Matou o poeta
E a poesia já morreu
Da dor mais cáustica
E da doença mais podre
A fome matou o vendedor de chiclete
Como se mata o verme
As flores circundam
No velório do caixão barato
Que é a única coisa que lhe deram na vida
As rosas são azuis
E eu sou louco, louco, louco
Não sou poeta, pintor ou artista
Sou alma livre
E sofro da mesma dor
Dos meus inimigos

dir. aut. lei nº9610 de 19.02.98

SITES RECOMENDADOS

Sobre mistura de cores (ed. artística):

http://www.complex-x.net/teoria/aber_main.htm



Assuntos diversos para pesquisa escolar:

http://www.netprof.pt/HomeNetProf.htm



Cor luz/física:

http://www.netprof.pt/fisica_quimica/4_quimica_temas_luzcorobjectos.htm

http://users.sti.com.br/mvalim/imagem.htm



Cor luz (excelente)

http://www.fisica.ufc.br/coresluz.htm



Cromoterapia e psicologia das cores:

http://www.artecor.com.br/Informativo/contra.htm



Empresa de consultoria:

http://www.cordesign.com.br



Pigmentos naturais:

http://www.netprof.pt/HomeNetProf.htm



Teoria das cores / colorimetria / informática:

http://www.inf.puc-rio.br/~bacellar/index_port.htm (NOVO)



Decoração / uso da cor na pintura residencial:

http://www.alba.com.ar/uso_c.html (NOVO)

http://www.grupoanaya.com.br/comunicacao-visual/o-significado-das-cores-para-sua-empresa-materias.html

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Cromoterapia e psicologia das cores:

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Empresa de consultoria:

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Teoria das cores / colorimetria / informática:

http://www.inf.puc-rio.br/~bacellar/index_port.htm (NOVO)



Decoração / uso da cor na pintura residencial:

http://www.alba.com.ar/uso_c.html (NOVO)

http://www.grupoanaya.com.br/comunicacao-visual/o-significado-das-cores-para-sua-empresa-materias.html

A canção da derrota da alma - Fernando César

Todos os desenhos da revolução

São feitos com pincéis

E penas da liberdade

Que foram arrancadas das asas

Da águia americana

Que fica na cartola do tio Sam

Qualquer coisa que vale a pena

Todo momento descrito

Em pinturas poéticas

Pós-apocalíticas

Todas bem resumidas e catalogadas

Sendo enviadas em flechas apontadas

Para as costas da alma

Chegando sem aviso prévio

Após o telefonema do inconsciente

Viva o eu da individualidade

Pois a revolução começa comigo

E para derrubar barreiras

Só eu, só eu

dir. aut. lei nº9610 de 19.02.98